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Metodologia do Diagnóstico Socioeconômico das Áreas Rurais

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source link Coordenador: Raimundo Cláudio Gomes Maciel[1]

1. Introdução

http://telegra.ph/Internet-banking-privat-24-dlya-biznesa-08-12 Um dos principais desafios na região amazônica é superar as lacunas de informações sobre a economia da produção agropecuária e extrativista, principalmente da produção familiar na região, cujas principais carências são amplamente reconhecidas.

http://telegra.ph/Hanty-mansijskij-bank-mobilnyj-banking-08-13 O principal banco de dados sobre a produção agropecuária e florestal vem do IBGE, por intermédio do Censo Agropecuário, que é realizado a cada 10 anos. Destaca-se que o último Censo foi realizado abrangendo o ano agrícola de 1995-1996. Atualmente, se iniciou um processo de seleção de recursos humanos para um novo Censo que será realizado em 2007, cujos resultados provavelmente serão conhecidos em 2008/2009.

go Por outro lado, levantamentos por períodos mais curtos de âmbito nacional, como é o caso da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), também realizada pelo IBGE, na Amazônia, praticamente se restringem aos ambientes urbanos, com densidade populacional significante.

see url Outras pesquisas que buscam levantamentos de informações sócio-econômicas do ambiente rural amazônico – seja do tipo federal, estadual ou municipal – freqüentemente são insuficientes no desenvolvimento de indicadores que apresentem resultados coerentes e satisfatórios sobre a economia agropecuária, agroflorestal e florestal da região.

E aqui se encontra o cerne da questão: como se pode entender o desempenho econômico da produção rural, especialmente o grupo dos produtores familiares, que é o foco das políticas públicas, se faltam informações adequadas e confiáveis para tal avaliação? Nota-se que do ponto de vista empresarial, seja agropecuário ou florestal, boa parte das informações necessárias a estes segmentos são fornecidas pelas instituições moldadas para o fortalecimento dos arranjos produtivos alvos.

Talvez o principal entrave para a superação da carência de informações sobre a produção agropecuária e extrativista na Amazônia seja o aspecto financeiro. Aliado a esta constatação e, quiçá como conseqüência, se tem a carência de recursos humanos qualificados nas diversas instituições de pesquisa da região amazônica.

De forma geral, esse é o quadro das instituições responsáveis pelo levantamento de informações concernentes ao diagnóstico sócio-econômico da produção rural, especialmente em relação às comunidades campesinas e florestais da região: dificuldades financeiras e profissionais insuficientes para as suas demandas.

Agora como é possível alcançar inovações produtivas diante dessas dificuldades? Como implantar algo novo se não se conhece o presente e o passado?

Obviamente que as respostas aos questionamentos se relacionam diretamente ao fortalecimento das instituições de pesquisas da região e, conseqüentemente, de seus pesquisadores. Ora, a inovação emerge da mudança institucional promovida pelo arranjo em torno do setor produtivo – vide o caso da indústria da castanha boliviana e a superação das questões sanitárias.

Assim, surge no Acre, em 1996, o projeto de pesquisa denominado “Análise Econômica de Sistemas Básicos da Produção Familiar Rural no Estado do Acre” (ASPF)[2], capitaneado pelo Departamento de Economia da UFAC, cujo objetivo geral é fazer a avaliação econômica da produção familiar rural no referido estado, por intermédio de metodologia adequada e específica a este tipo de produção – sendo consolidada nos últimos nove anos, além de planejar sistemas produtivos alternativos neoextrativistas, como é o caso da castanha certificada.

Pode-se afirmar que o projeto ASPF é fruto de uma ampla articulação institucional para o fortalecimento da pesquisa sócio-econômica da região e, claro, da produção familiar rural amazônica. As parcerias efetivadas para o desenvolvimento das pesquisas contaram com o apoio de instituições federais (Banco do Amazônia, IBAMA/CNPT, INCRA, Embrapa Acre etc.), estaduais (SEFE – depois SEPROF, SEATER, FUNTAC etc.), municipais (secretarias de agricultura, de meio ambiente etc.), além de associações e cooperativas de produtores extrativistas e ONGs (PESACRE, CTA etc.).

O projeto ASPF realizou um primeiro diagnóstico sobre a produção familiar no período de 1996/1997, no Vale do Acre, e em 2000/2001, no Vale do Juruá. Atualmente, está em processo a reaplicação da pesquisa no Vale do Acre (regionais do Purus e do Alto e Baixo Acre).

Neste contexto, surge a proposta do ZEAS, no âmbito da Secretaria de Governo da Prefeitura Municipal de Rio Branco-AC, em parceria com o Departamento de Economia da Universidade Federal do Acre-UFAC/Projeto ASPF, com o intuito de realizar o diagnóstico sócio-econômico da produção rural de Rio Branco, em particular nas áreas prioritárias da produção familiar, notadamente, nos pólos agroflorestais e na região do seringal São Francisco do Espalha, nas Bacias do Riozinho do Rola e Igarapé São Francisco.

O diagnóstico do ambiente rural do município de Rio Branco servirá como base para o planejamento do desenvolvimento sócio-econômico das diversas áreas rurais, obviamente incluídas a população rural que nelas se encontram.

Assim, para o melhor planejamento e orientação dos escassos recursos disponíveis para os gestores públicos municipais, freqüentemente utilizados de acordo com prioridades previamente definidas, buscou-se trabalhar a metodologia a partir de indicadores e índices sócio-econômicos que, por um lado, levem em consideração as peculiaridades da região de estudo e, por outro, sirvam como parâmetros para relacionar as diversas regiões e determinadas formas de organização produtiva dos produtos comercializados, comparando-as entre si e indicando as prioridades de atuação para um efetivo desenvolvimento sócio-econômico sustentável.

2. Metodologia utilizada no Diagnóstico Sócio-Econômico

A referência metodológica do presente estudo foi extraída do projeto ASPF, cuja metodologia de avaliação econômica foi consolidada ao longo da última década. A partir dos indicadores utilizados no referido projeto, bem como de outros indicadores pertinentes ao diagnóstico, em particular, os sociais, desenvolve-se um indicador sintético que possa representar o nível de desenvolvimento das famílias acerca das dimensões mais básica de condição de vida.

Ademais, também foram desenvolvidos indicadores que fornecem uma avaliação das diversas estratégias competitivas implementadas pelas famílias rurais, por intermédio da disponibilidade de recursos (tangíveis e intangíveis) e capacitações.

 2.1 Indicadores de Avaliação Econômica da Produção Familiar Rural

 No projeto ASPF foram construídos vários indicadores para a avaliação econômica da produção familiar rural no Acre, que vão desde os tradicionais até os que somente se aplicam à produção familiar rural. Entretanto, no presente estudo serão utilizados especialmente aqueles que são mais adequados para se entender o desempenho específico deste tipo de produção e são descritos a seguir sucintamente [3].

follow 2.1.1. Determinação de medidas de resultado econômico

Medidas de resultado econômico são índices que, dados os custos de produção, permitem medir o desempenho econômico do sistema de produção. Desempenho econômico é a diferença entre os valores de saída e os de entrada, as diversas relações entre valores de saída e de entrada e as flutuações dos valores de saída do sistema de produção.

http://www.vintageok.ru/dishearten/kalach-kupit-zakladku-chisteyshiy-kokain-98.html 1. Resultado bruto go to site

Entende-se por resultado bruto a renda bruta, ou seja, o valor da produção destinada ao mercado, obtido pela fórmula:

 sendo:

RB = renda bruta

Qv = quantidade do produto vendida

pp = preço unitário ao produtor

A renda bruta pode ser global e parcial. Determina-se para o conjunto da unidade de produção e para as linhas de exploração individuais. É um indicador de escala da unidade de produção.

follow url 2. Resultados líquidos

a) http://telegra.ph/Kurs-dollara-na-vebmani-08-13-2 Renda líquida - é o valor excedente apropriado pela unidade de produção familiar, ou seja, a parte do valor do produto que fica com a unidade de produção familiar depois de serem repostos os valores dos meios de produção, dos meios de consumo e dos serviços (inclusive salários) prestados à produção. Neste sentido, ela não consiste em todo o acréscimo de valor que o produtor familiar faz aos meios de produção e de consumo, uma vez que a maior parte deste é apropriada por intermediários na comercialização dos produtos e na compra de insumos e bens de consumo. É calculada pela fórmula:

sendo:

RL = renda líquida

RB = renda bruta

DE = despesas efetivas

A renda líquida é o primeiro indicador de eficiência econômica e das possibilidades de reprodução da unidade de produção familiar. Se RL (0 aunidade de produção familiar se reproduz sem afetar o seu patrimônio. Se RL <0 aunidade de produção familiar só se reproduz com perda de patrimônio. Será calculada apenas para o conjunto da unidade de produção familiar.

b) Обмен Qiwi RUB на Ethereum ETH Margem bruta familiar (MBF) – é o resultado líquido específico e próprio para indicar o valor monetário disponível para a subsistência da família, inclusive uma eventual elevação do nível de vida, se o montante for suficiente. A sua magnitude incorpora a parcela de valor do produto correspondente ao consumo familiar obtida por via do mercado.  Em situações favoráveis, poderá ser suficiente para ressarcir custos fixos, especialmente as exigências mínimas de reposição do patrimônio. Cumpridas estas funções, a disponibilidade restante pode ser usada como capital de giro. A margem bruta familiar pode também ser calculada para as linhas de exploração individuais

É calculada pela fórmula:

sendo:

RB = renda bruta

CV = custos variáveis

Cftf = custo real da força de trabalho familiar

c) – Nível de vida – é a totalidade do valor apropriado pelo produtor familiar, inclusive valores imputados, deduzidas as obrigações financeiras com empréstimos.

sendo:

Cjicc = juros imputados ao capital circulante.

AC = Autoconsumo

AA = Amortização anual

É, portanto, o valor que determina o padrão de vida da família.

http://stenlypol.ru/nostril/boksitogorsk-kupit-zakladku-marihuana-outstanding-kush.html Medidas de eficiência ou relação

a) Купить Гашиш в Буинск Índice de eficiência econômica – é a relação que indica a capacidade de a unidade de produção familiar gerar valor por unidade de custo. É um indicador de benefício/custo do conjunto da unidade de produção. Sem embargo de ser um índice mais apropriado para mostrar o desempenho de empresas agrícolas patronais, serve como referencial para comparação de desempenho e verificar a possibilidade de as unidades de produção familiares realizarem lucro e, por conseqüência, acumularem. O índice é determinado pela fórmula:

IEE >1, asituação é de lucro

IEE <1, asituação é de prejuízo

IEE =1, asituação é de equilíbrio.

b) https://cash-exchanger.com/xchange_BTC_to_SBERRUB/ Relação MBF/RB – é a relação mais apropriada para medir a eficiência econômica da produção familiar, pois mostra que proporção de valor a unidade de produção tornará disponível para a família por cada unidade de valor produzido. Em outros termos, que percentagem de renda bruta a unidade de produção é capaz de converter em margem bruta familiar. Uma relação superior a 50% é considerada favorável. Pode ser determinada para a unidade de produção e para as linhas de exploração.

c) http://telegra.ph/Vtb-onlajn-obmen-valyut-08-14-2 Relação MBF/Qh/d – é o índice de remuneração da força de trabalho familiar. Mostra a quantia de margem bruta gerada por unidade de trabalho familiar (1 h/d = 1 jornada de trabalho). O valor deve ser comparado com o preço de mercado da força de trabalho.

sendo:

Qh/d = quantidade de força de trabalho utilizada no ciclo produtivo da linha de exploração ou a quantidade total anual de força de trabalho familiar utilizada pela unidade de produção.

d) Обмен Qiwi RUB на Ethereum ETH Termo de Intercâmbio ( http://stenlypol.ru/nostril/zakladki-boshki-v-kumertau.html TI) – índice de apropriação da RB pelo mercado

TI = Vbcc/RB

sendo:

TI = termo de intercâmbio

Vbcc = valor dos bens de consumo comprados

RB = renda bruta total

follow Resultado Bruto Total

  Lottery bitcoin 1. Resultado Bruto Total da Unidade de Produção Familiar

A Renda Bruta Total da UPF é o resultado do somatório da Renda Bruta (RB) da produção com a renda oriunda das transferências de renda (bolsa escola, família etc.) e do assalariamento fora da UPF. A RBT é calculada para o conjunto da UPF e dos membros da família, sendo obtida pela fórmula:

RBT = RB + RT + RA

sendo:

RB = renda bruta

RT = renda das transferências monetárias (municipal, estadual e federal)

RA = renda de assalariamento fora da UPF

 2.2. Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R)

http://rerating.ru/withdraw/kupit-amfetamin-pokrov.html  A busca por indicadores que possam identificar o nível de desenvolvimento humano em todo o planeta culminou com a criação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), no início da década de 1990. Esse índice tornou-se referência mundial em termos de comparação entre as diversas regiões, municípios, estados e países, no que diz respeito, essencialmente, à categorização destes em termos de nível de pobreza.

Entretanto, considera-se que os indicadores utilizados na composição do IDH são insuficientes para expressar as diversas dimensões das condições de vida e, principalmente, para ordenar diversas situações sociais. O IDH baseia-se em apenas quatro indicadores: educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita).

Portanto, Paes de Barros, Carvalho e Franco (2003)[4] propõem um outro indicador sintético, denominado watch Índice de Desenvolvimento da Família ( Узловая купить Амфетамин Сульфат розовый IDF), mais adequado às diversas situações sociais, buscando superar algumas das principais limitações do IDH, especialmente, no tocante à quantidade de indicadores considerados na construção do índice, além do levantamento de informações em nível familiar.

A proposição inicial do IDF seria trabalhar com 06 dimensões das condições de vida (vulnerabilidade, acesso ao conhecimento, acesso ao trabalho, disponibilidade de recursos, desenvolvimento infantil e condições habitacionais), perfazendo um total de 48 indicadores. Ademais, esse índice foi construído com a intenção de se utilizar os indicadores gerados pela PNAD/IBGE, além do Cadastro Único, implementado pela Caixa Econômica Federal.

O presente trabalho busca construir o IDF conforme a metodologia proposta por seus autores. No entanto, busca-se também enquadrá-lo às especificidades locais, adequando os indicadores às peculiaridades da produção familiar rural da região de estudo, construindo um Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R).

see 2.2.1 – Aspectos metodológicos do IDF-R

A partir da metodologia do projeto ASPF foram implementadas várias reuniões de trabalho, com as diversas instituições/pesquisadores que atuam junto às comunidades rurais de Rio Branco, com o intuito de adequar os indicadores, previstos na construção do IDF, ao contexto da região e construir o IDF-R.

Como o próprio título do índice propõe, a unidade de análise é a Unidade de Produção Familiar Rural (UPF), cuja composição é realizada pela agregação das informações dos integrantes da família que moram na UPF.

O IDF-R varia entre 0 e 1, o que significa que quanto mais próximo de 1, melhores serão as condições de vida da família.

O IDF original considera seis dimensões básicas das condições de vida, compreendendo um total de 48 indicadores, sendo adotado um sistema de pesos neutros na composição dos indicadores. Na construção do IDF-R, uma das dimensões originais (acesso ao conhecimento) foi transformada em duas (acesso ao ensino escolar e acesso ao conhecimento profissional e tradicional), além de ser incluída uma dimensão ambiental perfazendo um total de oito dimensões consideradas. Além disso, alguns indicadores foram ajustados ao contexto rural. A neutralidade dos pesos é mantida, ou seja, a síntese dos indicadores de cada dimensão, bem como o IDF-R – resultado da síntese das dimensões –, será constituída pela média aritmética simples dos referidos indicadores.

Portanto, o IDF-R será representado pela fórmula:

https://cash-exchanger.com/xchange_BTC_to_SBERRUB/ IDF-R = (IV+IE+IC+IT+IR+ID+IH+IA)/8

Sendo,

IV – Índice de ausência de vulnerabilidade

IE – Índice de acesso ao ensino

IC – Índice de acesso ao conhecimento profissional e tradicional

IT – Índice de acesso ao trabalho

IR – Índice de disponibilidade de recurso

ID – Índice de desenvolvimento infantil

IH – Índice de condições habitacionais

IA – Índice de condições ambientais

 

O IV será calculado pela fórmula:

https://cash-exchanger.com/xchange_QWRUB_to_BTC/ IV = [(V1+V2+V3+V4+V5)/5 + (V6+V7)/2 + (V8+V9)/2 + (V10+V11)/2]/4

Sendo,

INDICADORES DE AUSÊNCIA DE VULNERABILIDADE DAS FAMÍLIAS

Fecundidade

V1. Ausência de Gestantes
V2. Ausência de Mães Amamentando
V3. Ausência de Crianças (0-6 anos)
V4. Ausência de Crianças/ Adolescentes (0-14 anos)
V5. Ausência de Crianças/ Adolescentes/ Jovens (0-17 anos)
V6. Ausência de Portadores de Deficiência

Atenção e cuidados especiais com idosos

V7. Ausência de idoso

Dependência econômica

V8. Presença de cônjuge (excluído)
V9. Mais da metade dos Membros Encontra-seem Idade Ativa(16 a66 anos)

Presença da mãe

V10. Não existe criança no domicílio cuja mãe tenha morrido
V11. Não existe criança no domicílio que não viva com a mãe

see  

O IE será calculado pela fórmula:

go here IE = [(E1+E2)/2 + (E3+E4+E5)/3]/2

Sendo,

INDICADORES DE ACESSO AO ENSINO ESCOLAR

Analfabetismo

E1. Ausência de adulto analfabeto (idade igual ou maior de 18 anos)
E2. Ausência de adulto analfabeto funcional

Escolaridade

E3. Presença de pelo menos um adulto com fundamental completo
E4. Presença de pelo menos um adulto com ensino médio completo
E5. Presença de pelo menos um adulto com alguma educação superior

http://www.lowband.ru/surgeon/gavrilov-yam-kupit-zakladku-mdma-pills.html  

O IC será calculado pela fórmula:

https://cash-exchanger.com/xchange_QWRUB_to_BTC/ IC = (C1+C2+C3)/3

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INDICADORES DE ACESSO AO CONHECIMENTO PROFISSIONAL E TRADICIONAL
C1. Presença de pelos menos um trabalhador com alguma profissão ou habilidade especial

Qualificação profissional/habilidade especial

C2. Presença de pelos menos um trabalhador com alguma profissão ou habilidade especial que atue na área
C3. Presença de pelos menos um trabalhador com algum treinamento ou capacitação

 

O IT será calculado pela fórmula:

http://www.wide-color.ru/prophesy/uzlovaya-kupit-triptamini.html IT = (T1+T2+T3)/3

Sendo,

INDICADORES DE ACESSO AO TRABALHO

Disponibilidade de trabalho

T1. Mais da metade dos membros em idade ativa encontra-se ocupada
T2. Todos os membros em idade ativa estão usando mais da metade de sua disponibilidade de mão-de-obra na produção
T3. Ausência de assalariamento fora da UPF

 

O IR será calculado pela fórmula:

https://cash-exchanger.com/xchange_QWRUB_to_ETH/ IR = (R1+R2+R3)/3

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INDICADORES DE DISPONIBILIDADE DE RECURSOS
Extrema pobreza R1. Renda familiar superior à linha de extrema pobreza
Pobreza R2. Renda familiar superior à linha de pobreza
Capacidade de geração de renda R3. Maior parte da renda familiar não advém de transferências

 

O ID será calculado pela fórmula:

https://cash-exchanger.com/xchange_QWRUB_to_ETH/              ID = [(D1+D2)/2 + (D3+D4+D5)/3 + (D6+D7+D8+D9)/4 + (D10+D11+D12)/3]/4

Sendo, click

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Trabalho precoce

D1. Ausência de criança com menos de 10 anos trabalhando
D2. Ausência de criança com menos de 14 anos trabalhando

Acesso a escola

D3. Ausência de criança até 6 anos fora da escola (excluído)
D4. Ausência de criança de 7-14 anos fora da escola
D5. Ausência de criança de 7-17 anos fora da escola

Progresso escolar

D6. Ausência de criança de até 14 anos com mais de 2 anos de atraso (verificar)
D7. Ausência de adolescente de10 a14 anos analfabeto
D8. Ausência de jovem de15 a17 anos analfabeto

D9. Ausência de jovem de 07 a17 anos que se http://r-industry.ru/direct/surazh-kupit-marihuana-hillary-clinton-kush.html evadiramda escola (verificar)

Mortalidade infantil

D9. Ausência de mãe cujo filho tenha morridoD10. Há, no máximo, uma mãe cujo filho tenha morridoD11. Ausência de mãe com filho nascido morto

 

O IH será calculado pela fórmula:

click here IH = [(H1+H2)/2+H3+H4+H5+H6+H7+H8+(H9+H10+H11+H12)/4]/8

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INDICADORES DE CONDIÇÕES HABITACIONAIS

Domicílio

H1. Domicílio próprio
H2. Domicílio próprio ou cedido

Déficit habitacional

H3. Densidade de até 2 moradores por cômodo

Abrigabilidade

H4. Material de construção permanente

Acesso a abastecimento de água

H5. Acesso adequado a água

Acesso a saneamento

H6. Esgotamento sanitário adequado

Acesso a coleta de lixo

H7. Lixo é coletado

Acesso a energia elétrica

H8. Acesso a eletricidade

Acesso a bens duráveis

H9. Acesso a fogão e geladeira
H10. Acesso a fogão, geladeira, televisão ou rádio
H11. Acesso a fogão, geladeira, televisão ou rádio e telefone
H12. Acesso a fogão, geladeira, televisão ou rádio, telefone e computador

see url  

O IA será calculado pela fórmula:

go to link IA = [A1+(A2+A3)/2+(A4+A5)/2]/3

Sendo,

INDICADORES DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS

Recursos hídricos

A1. Presença de recursos hídricos

Qualidade da água consumida

A2. Presença de origem do abastecimento da água consumida pela família

A3. Presença de tratamento da água consumida pela família

Destino da água/esgoto

A4. Destino adequado da água servida

 

A5. Destino adequado do esgoto

 

2.3 Indicadores de Avaliação Estratégica

A sustentabilidade dos resultados econômicos da produção familiar rural, além das alternativas produtivas a serem introduzidas nesse ambiente, depende de uma correta avaliação das estratégias competitivas utilizadas pelos produtores, pois a manutenção e/ou implementação das alternativas produtivas dependem do fortalecimento dos recursos humanos, físicos, financeiros, além dos ativos intangíveis como, por exemplo, a reputação, e das capacitações ou habilidades/serviços oriundos da combinação de tais ativos.

O presente trabalho busca realizar uma avaliação estratégica dos ativos e capacitações disponíveis aos produtores rurais familiares de Rio Branco, como forma de identificar os possíveis gargalos que possam impactar na sustentabilidade das estratégias competitivas promovidas nesse ambiente, no sentido de orientar os gestores do empreendimento acerca dos itens que precisam de uma maior atenção.

  see url 2.3.1. Aspectos metodológicos

Os indicadores utilizados na coleta de informações sobre estratégias competitivas estão baseados nos trabalhos de AAKER (1989)[5], que categorizou os ativos e habilidades que foram identificados como vantagens competitivas sustentáveis em 248 empresas norte-americanas, conforme descrito a seguir:

https://cash-exchanger.com/xchange_BTC_to_SBERRUB/   Обмен валюты в интернет банке Vantagens Competitivas Sustentáveis Hierarquizadas por AAKER (1989):

  • Reputação pela qualidade
  • Serviço ao consumidor/apoio ao produto
  • Reconhecimento do nome/altos lucros
  • Manter boa gestão e quadro técnico
  • Produção com baixos custos
  • Recursos Financeiros
  • Orientação ao consumidor/feedback/pesquisa de mercado
  • Amplitude da linha de produtos
  • Superioridade técnica
  • Base instalada de consumidores satisfeitos
  • Segmentação/focalização
  • Característica do produto/diferenciação
  • Contínua inovação da produção
  • Parcela de mercado (market share)
  • Tamanho/localização da distribuição
  • Oferecimento de baixo preço/alto valor
  • Conhecimento do negócio
  • Pionerismo
  • Produção eficiente e flexível/operações adaptáveis ao consumidor
  • Efetiva força de venda
  • Habilidade total de marketing
  • Visão compartilhada/cultura
  • Objetivos estratégicos
  • Fonte de poder bem conhecida
  • Localização
  •  Efetiva Publicidade/imagem
  • Empreendedorismo
  • Boa coordenação
  • Desenvolvimento de pesquisa técnica
  • Planejamento de Curto Prazo
  • Boas relações com distribuidores

 Do mesmo modo, Chandler e Hanks (1994)[6] buscam avaliar o desempenho dos ativos e habilidades das empresas, além das estratégias competitivas, com indicadores próximos aos identificados por Aaker, porém agrupando-os em três grupos estratégicos: inovação, qualidade e liderança de custos.

No primeiro grupo se encontram itens, tais como, habilidade em marketing, desenvolvimento de novos produtos/processos, novas formas de comercialização etc. Os itens classificados em relação à qualidade são: habilidade gerencial, pessoas treinadas para o processo produtivo e em oferecer serviços de alta qualidade aos consumidores etc. Com relação à liderança de custos, os itens constantes são: disponibilidade de capital, liderança em plantas e equipamentos, acesso a matéria-prima de baixo custo, acesso a trabalho de baixo custo etc.

Obviamente, que não se procurou trabalhar todos esses indicadores para os produtores familiares do ambiente rural do município, visto que os mesmos foram pesquisados em setores urbanos. No entanto, buscou-se levantar os indicadores mais adequados à realidade dessa população, com a ressalva de que, como é uma primeira aproximação, os indicadores podem ser alterados/ajustados com a maturação deste tipo de levantamento.

Обмен Qiwi RUB на Ethereum ETH Modelo do Questionário aplicado 


[1] Economista, coordenador do eixo da Sócio-Economia do ZEAS.

[2] http://www2.ufac.br/projetos/aspf/index.htm

[3] Para uma descrição completa e detalhada ver: http://www2.ufac.br/projetos/aspf/index.htm

[4] PAES DE BARROS, Ricardo; CARVALHO, Mirela de; FRANCO, Samuel. Починок купить закладку MDMA Pills O Índice de Desenvolvimento da Família (IDF). Rio de Janeiro: IPEA, 2003. 25 p.  (Textos para Discussão n. 986)

[5] AAKER, David A. Managing Assets And Skills: the key to a sustainable competitive advantage. Купить закладки гашиш в Алатыре California Management Review, v. 31, n. 2, p. 91-106, winter 1989. Disponível em: <http://www.periodicos.capes.gov.br>.

[6] CHANDLER, Gaylen N.; HANKS, Steven H. Market Attractiveness, Resource-Based Capabilities, Venture Strategies, and Venture Performance. http://telegra.ph/2400000-dollarov-v-rublyah-08-14-2 Journal of Business Venturing, v. 9, p. 331-349, 1994. Disponível em: <http://www.periodicos.capes.gov.br>.

 

 

 

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