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Glossário

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http://telegra.ph/Sistema-bitcoin-08-14-2 Abiótico – Local ou processo caracterizado pela ausência de seres vivos. (2) condições físico-químicas do meio ambiente: água, luz, temperatura, clima, rochas, minerais etc. (3) refere-se aos elementos inorgânicos, ou seja, que não possuem vida.

http://telegra.ph/Alfa-pej-08-12 Acidez do solo – Fenômeno causado pelo excesso de hidrogênio e alumínio no solo

Обмен Qiwi RUB на Ethereum ETH Amazônia Legal – Toda a região da bacia amazônica, incluindo parte do norte deMato Grosso, de Minas Gerais, de Goiás, do Tocantins e do oeste do Maranhão,segundo fixado em lei.

купить Спайс Ожерелье Adaptação a alterações climáticas – Referem-se a todas as atividades que visam a adaptar a sociedade às novas condições ambientais, decorrentes das mudanças climáticas. Exemplos dessas atividades são planos de contingência para eventos climáticos extremos (furacões, secas, tempestades) e desenvolvimento de novas variedades de plantas. As ações de adaptação têm o objetivo de diminuir os danos e maximizar as oportunidades causadas pelas mudanças climáticas.

Сбербанк россии обмен валюты Agropecuária – Termo utilizado para designar todas as atividades de agricultura – cultivos de culturas perenes e anuais- e de pecuária – produção animal, sendo as principais no Brasil bovinocultura, avicultura e suinocultura. A agropecuária diferencia-se da agroindústria, pois considera apenas as atividades produtivas “dentro da porteira” (ie: atividades dentro da propriedade rural).

Обмен Bitcoin BTC на Qiwi RUB Agropecuária de Baixo Carbono – É o termo usado para designar as atividades agrícolas e pecuárias que emitem baixas quantidades de gases de efeito estufa (GEE) e que consideram o impacto das mudanças climáticas na forma de definir seu sistema de produção e técnicas de manejo. Da mesma forma como se utiliza o termo “economia de baixo carbono”, agropecuária de baixo carbono é sua aplicação para o setor agropecuário.

Грязи купить Кокаин MQ Estoque de carbono no solo – O estoque de carbono (C) de um solo sob vegetação natural representa o balanço dinâmico entre a adição de material vegetal morto e a perda pela decomposição ou mineralização. A qualidade do C da vegetação depende muito do clima (principalmente temperatura do ar e chuvas), do tipo de vegetação e da fertilidade do solo (solos férteis resultam em plantas maiores que contêm mais C a ser depositado no solo). O estoque de C no solo varia conforme as características do solo e o tipo cobertura vegetal, sendo que de maneira geral, o aporte de C nas florestas é mais elevado do que em áreas cultivadas. Isso se deve ao fato de que, sob vegetação natural, a preservação da matéria orgânica é maior, pois o revolvimento do solo é mínimo.

Алейск купить эйфоретик Мефедрон Áreas de preservação permanente (APPs) – Criadas pelo Código Florestal de 1965, são áreas que devem ser preservadas nas margens dos rios e cursos d’água. A extensão dessas áreas variou bastante ao longo dos anos e hoje é um dos pontos centrais nas discussões de alteração do Código Florestal. Os limites atuais das APPs são de: 30 metros para cursos d’agua de menos de 10m; 50m para cursos d’água entre 50 e 200m ; 200 metros para cursos d’água entre 200 e 600metros de largura; 500 metros para rios com largura superior a 600m. Nos olhos d’água, as APPs devem ter raio mínimo de 50 metros de largura. A legislação também garante 100 metros de APPs em bordas de tabuleiros e chapadas e em altitudes superiores a 1800m.

http://telegra.ph/Perevod-western-union-cherez-internet-sberbank-08-13 Áreas prioritárias para conservação – São áreas definidas pelo Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira – PROBIO/MMA, que após realizar amplo estudo, elencou áreas prioritárias, dentro de cada bioma brasileiro (Amazônia, Pantanal, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Zona Costeira Marinha), para a manutenção da biodiversidade no País. Por meio dessa categorização pode-se, avaliar tendências na ocupação humana no território brasileiro, bem como considerar aspectos socioeconômicos, viabilizando a gestão dos recursos biológicos no País.

https://cash-exchanger.com/xchange_QWRUB_to_BTC/ Averbação de Reserva Legal – Segundo o art. 16 § do Código Florestal, a Reserva Legal “deverá ser averbada à margem da inscrição de matrícula do imóvel, no Registro de Imóveis competente”. Isso significa que a existência de Reserva Legal na propriedade deve ser declarada e registrada em cartório. Isso pode ser feito por qualquer pessoa, desde que sejam apresentados elementos fáticos e documentais.

go here Afluente ou Tributário – Qualquer curso d’água que deságua em outro maior, ou num lago, ou lagoa

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click here Biocombustíveis – Os biocombustíveis são combustíveis dos quais a energia é extraída da matéria orgânica e não de materiais fósseis. Eles podem ser líquidos, sólidos ou gasosos. São eles: 1) a biomassa, de cuja energia é extraída de restos de madeira, estrume de gado, óleo vegetal ou lixo urbano. 2) Biodiesel, extraído principalmente de óleos vegetais como o de mamona e de soja 3) Bioetanol, produzido a partir de cana-de-açúcar ou milho, beterraba, dentre outros cereais.

http://www.hcd-customdevices.pl/slay/dzerzhinsk-kupit-shishki-hq-ak47.html Biocombustível de base agrícola - O biocombustível oriundo de base agrícola, como o biodiesel de soja e o etanol de cana-de-açúcar. Além da cana e da soja, outros insumos agrícolas podem ser usados, como é o caso da mamona, canola, babaçu, mandioca, milho, beterraba e algas.

Обмен Bitcoin BTC на Сбербанк RUB Bioenergia – A bioenergia é a energia obtida de matéria orgânica (biomassa). Trata-se de um conceito mais amplo do que o de energia de base agrícola, pois não se limita apenas à matéria orgânica produzida na agropecuária. Por outro lado, é um conceito mais restrito que a energia renovável, pois não inclui, por exemplo, a energia eólica, solar e hidroeletricidade.

here Biodiversidade – Biodiversidade ou diversidade biológica é o conjunto de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos, além dos complexos ecológicos de que fazem parte. Compreende ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.(conceito de ecologia_variedade entre espécies.. diversidade dentro e fora inter e intra específico) As mudanças climáticas e seus efeitos poderão afetar o funcionamento dos ecossistemas, por meio da perda de ambientes favoráveis para os ecossistemas, além da possível extinção de várias espécies.

follow site Boas Práticas Agrícolas – As Boas Práticas Agrícolas (equivalente ao termo em inglês Best Management Practices- BMPs) são um conjunto de princípios, normas e recomendações técnicas aplicáveis na produção, processamento e transporte de alimentos, orientadas a assegurar a higiene, a saúde humana e o meio ambiente, mediante métodos ecologicamente seguros, higienicamente aceitáveis e economicamente fatíveis. Práticas agrícolas que contribuem para redução de gases de efeito estufa (GEE), no setor agropecuário, são uma categoria de Boas Práticas Agrícolas. Dentre elas, pode-se destacar o plantio direto, manejo de resíduos e de nutrientes em plantações e em pastos, inundação rasa e manejo de nutrientes no plantio de arroz, e restauração de solos degradados. Fonte: FAO

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Coinadder отзывы Captação de carbono pelos solos agrícolas – A Captação de carbono é um processo de remoção de gás carbônico, principalmente dos oceanos, florestas e outros organismos que, por meio de fotossíntese, capturam o carbono e lançam oxigênio na atmosfera. É a captura e estocagem segura de gás carbônico (CO2), evitando-se assim sua emissão e permanência na atmosfera terrestre. Na agricultura essa captação é realizada através de técnicas de manejo do solo, como as adotadas no plantio direto.

Compensação – Processo pelo qual alguma distorção é contrabalançada a fim de se atingir o equilíbrio. Para o Código Florestal, propõe-se um Mercado de Compensação de Reserva Legal.

Créditos de Carbono – Certificados emitidos para empresas e indústrias quando ocorre a redução de emissão de gases do efeito estufa (GEE) derivado de suas atividades. Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional. A redução da emissão de outros gases que contribuem para o efeito estufa, também pode ser convertida em créditos de carbono, utilizando o conceito de carbono equivalente. Os créditos de carbono podem ser negociados em mercados voluntários ou obrigatórios, sendo este último decorrentes das metas estabelecidas pelo Protocolo de Quioto.

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Declaração de Princípios para o Manejo, Conservação e Desenvolvimento Sustentável das Florestas – Assinada durante a ECO-92, a Declaração celebra o compromisso dos governos participantes com a adoção de práticas para a utilização de florestas, que assegurem o desenvolvimento sustentável e os direitos dos povos e comunidades locais.

Desmatamento ou desflorestamento – Refere-se ao processo de retirada de vegetação nativa pelo homem ou pela própria natureza. A maior parte do desmatamento é gerada pela ação do homem, para o aproveitamento dos recursos florestais, principalmente madeira, e para uso da terra para outros fins. As conseqüências econômicas, ecológicas e sociais desse processo são diversas: emissões de gases de efeito estufa (GEE); perda de biodiversidade; degradação do solo; impactos nos ciclos hidrológicos; entre outros muitos outros.

Desmatamento evitado – Refere-se à conservação das florestas em pé e é uma forma popular de se referir ao termo Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD). Trata-se de um mecanismo de compensação para os países que reduzirem o desmatamento a partir de um determinado nível, definido no âmbito da Convenção da Organização das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (UNFCC). Como o Brasil detém o maior estoque de florestas tropicais do mundo, pode ser o maior beneficiado em termos de financiamento para esta finalidade.

Diversidade biológica – Segundo o Artigo 2 da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), entende-se por diversidade biológica “a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, entre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; abrangendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.

E

Efeitos diretos da mudança do uso da terra – Efeitos diretos é um termo utilizado para se referir aos efeitos da mudança do uso da terra. Entende-se por efeitos diretos a mudança de vegetação nativa para atividade econômica ligada à agropecuária. Por exemplo, a expansão dos biocombustíveis em alguns países tem causado desmatamento, sendo substituída vegetação nativa por produção de produtos ligados aos biocombustíveis.

Efeitos indiretos e mudança de uso da terra – Efeitos indiretos de mudança do uso da terra é um conceito abstrato utilizado para se referir aos efeitos da mudança do uso da terra, chamado de ILUC em ingles. Diferentemente dos efeitos diretos, os efeitos indiretos se referem à expansão de uma atividade agropecuária sobre outra atividade e desta última sobre vegetação nativa, através de um efeito dominó. Assim, os efeitos indiretos de mudança de uso da terra (ILUC) contabilizam os impactos decorrentes de desmatamento não diretamente ocasionado por uma cultura, mas o saldo final de desmatamento que pode ser atribuído a expansão desta cultura. O conceito do ILUC permite que o efeito indireto possa ocorrer em áreas muito distantes, inclusive em outros continentes.

Espécies exóticas – Espécies, vegetal ou animal, não-nativas que deliberada ou acidentalmente foram introduzidas a um novo habitat. São também conhecidas como “espécies alien”.

Estoque de carbono (C) – de um solo sob vegetação natural representa o balanço dinâmico entre a adição de material vegetal morto e a perda pela decomposição ou mineralização. A qualidade do C da vegetação depende muito do clima (principalmente temperatura do ar e chuvas), do tipo de vegetação e da fertilidade do solo (solos férteis resultam em plantas maiores que contêm mais C a ser depositado no solo). O estoque de C no solo varia conforme as características do solo e o tipo cobertura vegetal, sendo que de maneira geral, o aporte de C nas florestas é mais elevado do que em áreas cultivadas. Isso se deve ao fato de que, sob vegetação natural, a preservação da matéria orgânica é maior, pois o revolvimento do solo é mínimo.

F

Fatores de produção – São recursos usados na produção de bens e serviços na economia. A economia clássica classifica os fatores de produção em três grandes grupos: trabalho, capital e terra (ou recursos naturais). O trabalho representa o esforço humano físico e/ou intelectual remunerado pelo salário, o capital representa as máquinas, ferramentas, instalações e edifícios, que são remunerados pelo lucro, e a terra representa a área para uso extrativo (mineral ou vegetal) ou agropecuário, remunerada pelo aluguel.

G

Gases de Efeito Estufa (GEE) – São “Constituintes gasosos da atmosfera, naturais e antrópicos, que absorvem e reemitem radiação infravermelhas”, segundo a Convenção das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (UNFCC). Isso impede que ocorra uma perda demasiada de calor para o espaço, mantendo a superfície da Terra aquecida. Os principais gases de efeito estufa são o dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nítrico (N2O). Segundo o IBGE, a agricultura e as mudanças no uso da terra e florestas são respectivamente responsáveis, em CO2 equivalentes, por 25% e 55% do total das emissões de gases de efeito estufa no Brasil.

Gestão Ambiental Compartilhada – É um modelo de gestão ambiental que se pauta pelo artigo 23 da Constituição Federal de 1988, que diz: “É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VI- preservar as florestas, a fauna e a flora; VII- fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar; (…) Segundo esse modelo, a gestão do meio ambiente deve ocorrer de forma compartilhada entre os três entes federado. Valoriza-se a cooperação e complementariedade entre eles e não concorrência.

Grupo de interesse – Grupo de pessoas ou instituições com motivações comuns e que tenta influenciar um processo de tomada de decisão.

I

Impacto ambiental – Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente. Pelos termos do artigo 1º da resolução 001/86 do CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente): Artigo 1º – Para efeito desta Resolução, considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: I – a saúde, a segurança e o bem-estar da população; II – as atividades sociais e econômicas; III – a biota; IV – as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; V – a qualidade dos recursos ambientais.

Insumos – O mesmo que fatores de produção. Um insumo é um componente que é usado na atividade econômica para a produção de um bem ou serviço. Ex.: terra, trabalho, e capital.

M

Medidas Fitossanitárias – Uma medida fitossanitária tem o objetivo de proteger as plantas e vegetais de doenças e pestes que possam entrar num país por meio de produtos importados. Requisitos para a importação de frutas ou o tratamento das embalagens de madeira para evitar a entrada de besouros ou pestes, são exemplos de medidas fitossanitárias.

Medidas Sanitárias – Uma medida sanitária visa a proteger a vida e a saúde humana e animal, de riscos oriundos de contaminantes, aditivos, toxinas, agrotóxicos, doenças, pestes e organismos causadores de doenças. O estabelecimento de limites de resíduos nos alimentos e a proteção de salmões contra a possibilidade da contaminação por doenças são exemplos de medidas sanitárias. As restrições à importação de carne por causa de doenças como febre aftosa e influenza aviária também são exemplos de medidas sanitárias que podem se tornar restrições ao comércio (barreiras não-tarifárias), caso não sejam tecnicamente justificadas.

Métodos e Processos de Produção – A noção de processos e métodos de produção (Process and Production Methods – PPMs) é inata à visualização da cadeia produtiva de certo bem. Qual é o método de produção, quais são os ingredientes, os aditivos, a embalagem, ou ainda, quais equipamentos e materiais foram utilizados na fabricação de um determinado produto.

Os PPMs podem ser utilizados como fundamentos para a imposição de barreiras técnicas ao comércio, o que abre a possibilidade para a adoção de políticas protecionistas tendo em vista a amplitude de exigências e requisitos sobre os produtos e suas características.

Mitigação – Mitigação envolve todo tipo de intervenção humana com o intuito de reduzir ou remediar um determinado impacto ambiental nocivo, como as emissões de gases de efeito estufa.

Mudanças do uso da terra – São as modificações estruturais ou funcionais da ocupação da terra causadas por fenômenos naturais ou pela ação do homem. Por exemplo, a conversão de terras virgens em áreas produtivas, resultado da expansão agrícola ou de florestas plantadas.

P

Plantio direto – O plantio direto consiste em um conjunto de técnicas de produção agrícola que busca melhorar as condições ambientais e maximizar o potencial genético das culturas. Os três principais requisitos a serem respeitados são: não revolvimento do solo, rotação de culturas e uso dos resíduos agrícolas para formação de palhada, o que pode inclusive contribuir para minimização dos custos de produção. O principal benefício do plantio direto é a conservação das propriedades físicas do solo, além da conservação da sua umidade e a diminuição da erosão. De acordo com levantamento de campo realizado pela Agroconsult, o plantio direto se consolida, em 2009, com cerca de 40% da área de soja e milho cultivada no Brasil.

Produtividade – A produtividade é uma medida da quantidade de produto final que pode resultar de determinado processo. Na agricultura, grande parte das produtividades é medida em toneladas por hectare. Naturalmente, sistemas produtivos com maior produtividade (t/ha) levam a menor demanda por terra para uma mesma quantidade de produto final, diminuindo a necessidade de expansão em área.

Produto Interno Bruto (PIB) – O produto interno bruto constitui-se na soma do valor monetário dos bens e serviços finais gerados por uma economia em dado período. Nesse caso, a produção dá-se com o uso de fatores de produção (insumos) localizados nos limites geográficos do país.

Programa Nacional do Álcool (PNAL) – Também conhecido como Proálcool teve como objetivo inicial contribuir para a estabilização da economia nacional que enfrentava sérias restrições ao seu desenvolvimento, causado, em parte, pela sua alta dependência de petróleo importado. Na primeira fase do PNAL (1973 a 1979), optou-se pela adição de pequenas quantidades de etanol anidro na gasolina. Diante do segundo choque do petróleo (1979), decidiu-se intensificar a substituição da gasolina importada pelo álcool nacional e pela utilização de veículos que rodassem apenas com etanol hidratado. Inicialmente, o programa não restringia a produção de etanol unicamente à cana-de-açúcar, sendo cogitadas diversas outras matérias-primas como a mandioca e resíduos florestais. No entanto, por apresentar melhores condições mercadológicas e disponibilidade de matéria-prima, a cana-de-açúcar firmou-se como principal insumo para o etanol brasileiro.

R

Recomposição – promover a restauração; recuperar, restabelecer. No âmbito do Código Florestal, significa recuperar a vegetação nativa em áreas degradadas, reestabelecendo-se as características que a região possuía antes da ação antrópica.

Recursos hídricos – O termo recurso hídrico refere-se a todas as formas de água, considerando o valor econômico destas. Pode-se dividir os recurso hídricos em superficiais e subterrâneos, sendo que no primeiro grupo, temos rios, córregos, nascentes, lagos, entre outros. Recursos hídricos subterrâneos são aqüíferos e lençóis d’água.

Recursos naturais – São os recursos que se encontram na natureza e que apresentam valor econômico ao homem. Os recursos naturais podem ser classificados em dois grupos distintos, de acordo com sua capacidade de se renovar naturalmente numa escala de tempo compatível com a vida humana: os recursos naturais não-renováveis e os recursos naturais renováveis. Entre os renováveis estão os recursos hídricos superficiais, as florestas e demais formas de vegetação e os animais. Os recursos naturais não renováveis são, por exemplo, o petróleo, carvão mineral e os minérios em geral.

REDD – Reduced Emissions from Deforestation and Forest Degradation – REDD, termo em inglês para “redução das emissões por desmatamento e degradação de florestas”, é o mecanismo proposto para que tais ações sejam transformadas em algum tipo de crédito de carbono, de forma a recompensar financeiramente países em desenvolvimento que tenham florestas tropicais. Atualmente, não existem mecanismos internacionais de incentivo a manutenção das florestas. O REDD e sua estrutura de implementação são uma das principais propostas a ser debatida nas negociações do segundo período de compromissos de Quioto, uma vez que, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáricas (IPCC), o desmatamento e a degradação de florestas são responsáveis por aproximadamente 17% das emissões globais de GEE. Uma das questões centrais é se os créditos de REDD devem entrar no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – mesmo que com regras diferenciadas – ou se deve ser criado um fundos especial para financiá-los.

Reflorestamento – O termo aplica-se à implantação de florestas em áreas naturalmente florestais que, por ação antrópica ou natural, perderam suas características originais.

Reserva legal – Termo criado pela Lei 7 803 de julho de 1989, são áreas cobertas por vegetação nativa, localizadas no interior das propriedades rurais, excluídas as APPs. São mantidas com a finalidade de conservar a biodiversidade, reabilitar processos ecológicos, e proteger a fauna e flora nativas.

S

Segurança Alimentar (food security) – O conceito de segurança alimentar é formado por dois elementos. O primeiro, relaciona-se com a garantia do consumo per capita de alimentos de qualidade, indispensáveis para se ter uma vida saudável. Já o segundo elemento trata de assegurar que a produção doméstica de alimentos seja passível de alcançar o auto-provisionamento, o que tem relação direta com a concessão de subsídios e proteções governamentais, e nem sempre apresenta uma dimensão clara.

De acordo com a FAO, a segurança alimentar representa uma “situação na qual toda a população tem pleno acesso físico e econômico a alimentos seguros e nutritivos que satisfaçam as suas necessidades e preferências nutricionais para levar uma vida ativa e saudável.” Esse conceito deixa transparecer a dimensão nobre inata ao conceito.

No entanto, deve-se atentar para a utilização do conceito de segurança alimentar como argumento para a concessão de subsídios, manutenção de elevadas tarifas e por isso, proteção de produtores e países, muitas vezes ineficientes na produção de alimentos.

Segurança do alimento (food safety) – A preocupação com a segurança dos alimentos é um assunto de extrema importância que ganha espaço no universo do comércio multilateral, ora pela necessidade de garantir que os alimentos sejam seguros, ora para afastar a aplicação de barreiras protecionistas de caráter não-tarifário (barreiras técnicas, medidas sanitárias e fitossanitárias).

Temas como organismos geneticamente modificados (OGMs), biotecnologia, produtos orgânicos, uso de aditivos, agrotóxicos e drogas veterinárias, rotulagem e rastreabilidade nem sempre são vistos sob o mesmo foco pelos países, o que denota a sensibilidade inata ao tema segurança do alimento.

Serviços ambientais – Serviços ambientais (ou serviços ecossistêmicos) são as funções desempenhadas pelos ecossistemas – manejados ou não – que trazem benefícios diretos ou indiretos para o homem. Exemplos desses serviços são a produção de alimentos, energia e fibras, a regulação do clima e dos fluxos hidrológicos, o suporte de formação do solo e a ciclagem de nutrientes. Atualmente existem varias pesquisas que visam estimar o valor monetário desses serviços, de modo que essa valoração contribua para a conservação de ecossistemas e para a continuidade na provisão desses serviços. Também existem diversas iniciativas, públicas e privadas, de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), que são mecanismos de compensação flexíveis pelos quais os provedores de serviços ambientais são pagos pelos usuários destes serviços.

Setores da Economia – Conjunto de produtores (ou empresas) que produzem determinado tipo de bem ou serviço. De forma clássica, divide-se a atividade econômica em três grandes setores: agricultura, indústria e serviços. Nos modelos econômicos, procura-se representar a economia de forma mais desagregada, com mais de três setores, ou com um ou pouco de setores definidos por produtos mais específicos e homogêneos. Por exemplo, pode-se subdividir a agricultura em pecuária, culturas temporárias e culturas perenes; a indústria, em indústria de alimentos, extrativa mineral, têxtil e vestuário, e outras; e os serviços, em transporte, comércio, financeiros e outros tipos. Ou ainda, um estudo pode focar apenas o setor de produção de açúcar, ou o setor de produção de automóveis. Mas a definição do número de setores e de sua abrangência depende de cada estudo.

SIG (Sistemas de Informações Geográficas) – Consiste em um sistema capaz de armazenar, manipular, analisar e visualizar informações georeferenciadas, isto é, informações que estejam associadas a coordenadas geográficas. A principais fontes de informações georreferenciadas são fotografias aéreas e imagens de satélite. A interpretação destas informações é uma aplicação de SIG que permite o monitoramento do uso e das mudanças no uso do solo, como por exemplo, do desmatamento (projeto PRODES-INPE na Amazônia) e de áreas ocupadas por lavouras (projetos Canasat-INPE e Moratória da Soja). SIG também pode ser usado para otimização das práticas agrícolas, sistema conhecido como agricultura de precisão. O cruzamento de diferentes informações em SIG permite também a avaliação da aptidão agrícola em regiões específicas. A combinação de SIG e modelagem econômica é uma área onde são esperados importantes avanços científicos nos próximos anos.

Suporte à economia rural – Este conceito consiste no conjunto de políticas destinadas ao apoio à economia rural com objetivos diversos. Dentre os principais objetivos pode-se citar a manutenção da renda e emprego, a contenção do êxodo rural, a segurança alimentar, entre outros. A eficácia de tais políticas em países desenvolvidos (onde ocorre transferência líquida de recursos de outros setores para o setor agrícola) pode ter como efeito colateral a geração de excedentes de produção lançados no mercado internacional, prejudicando a competitividade de países em desenvolvimento (que não dispõem dos mesmos recursos). Recentemente, questões econômicas internas em países desenvolvidos também têm contribuído para a crescente resistência a determinados tipos de suporte à economia rural.

U

Uso da terra – Entende-se como uso da terra a maneira pela qual o espaço está sendo utilizado pelo homem, sob forma produtiva (cidades, produção agropecuária, etc.) e/ou manutenção de vegetação e ecossistemas nativos. A constante interação do homem com o meio ambiente tem provocado alterações no uso da terra e os impactos dessas mudanças são de constante interesse na comunidade internacional por trazerem impactos ambientais, econômicos e sociais.

Z

Zoneamento Ecológico e Econômico (ZEE) – É um instrumento legal de diagnóstico do uso territorial que visa assegurar o desenvolvimento sustentável. A terra é dividida em zonas, a partir dos recursos naturais, da sócio-economia e de marcos jurídicos e, então são definidas potencialidades econômicas, fragilidades ecológicas e as tendências de ocupação, incluindo as condições de vida da população. A compilação dessas informações compõe cenários com diretrizes para a tomada de decisões e investimentos públicos e privados. O programa de Zoneamento Ecológico-Econômico foi criado em 1990 e inicialmente compreendia apenas a Amazônia Legal. Em 1992 sua abrangência foi ampliada para todo o território nacional.

____________________________________________________________________________________________ Consulte outros termos técnicos em: Environmental Terminology Discovery Service e (ETDs)

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